Calvície feminina: mais frequente do que se imagina

A mulher passa por diferentes ciclos (e momentos hormonais) ao longo da vida e seu cabelo também! A partir dos 30-40 anos de idade, a quantidade de cabelos começa a reduzir e isto faz parte do processo fisiológico natural do envelhecimento. Mas em algumas mulheres, isto pode ser mais intenso (daí o fato de ter que evitar ao máximo tratamentos químicos e escovas “destrutivas” que podem piorar o quadro, como mencionamos em post anterior): a mulher, assim como o homem, também pode apresentar a ALOPECIA ANDROGENÉTICA (no caso, feminina) ou simplesmente, calvície.

Na mulher, ela se manifesta como uma área de escassez dos fios na parte superior da cabeça (na região central do couro cabeludo). Isto pode ser facilmente observado, ao dividirmos o cabelo ao meio sob uma luz incidindo na parte superior da cabeça. Algumas mulheres podem não apresentar esse padrão central de enfraquecimento dos fios, mas sim, uma forma parecida com a dos homens, com falhas na parte anterior da cabeça.

No homem, o diagnóstico de calvície é relativamente simples. Na mulher, o dermatologista deve considerar outras causas que podem acompanhar o quadro de calvície: distúrbios hormonais, deficiências de vitaminas, stress e quadros imunológicos.

Mas nem tudo está perdido (literalmente…). A mulher que apresenta calvície deve iniciar o tratamento o quanto antes: existem loções (a base de minoxidil, fatores de crescimento, 17-alfa-estradiol etc) que estimulam o crescimento dos cabelos e alguns anticoncepcionais combinados com medicamentos que bloqueiem a ação dos hormônios masculinos dão bons resultados.

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